quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Download A Era do Gelo 4 em DVDRip XviD AVI, Rmvb e Torrent




2012, animação, Download A Era do Gelo 4 em DVDRip XviD AVI, DVD-Rip AVI, filme, A Era do Gelo 4, A Era do Gelo 4 download, Torrent, Rmvb e Torrent, filme,

SinopseNesta nova saga, Scrat desencadeia um evento cataclísmico. Sid, Manny e Diego são empurrados para alto-mar e terão de lidar com perigos que jamais puderam imaginar que existiam, como um bando de piratas de quinta categoria. Sob muita adrenalina, os heróis terão de passar por cima deles e achar o caminho de volta para casa.



Tamanho: 900/254/700 MB
Idioma do Áudio: Inglês - Português
Legenda: Legenda do Arquivo em Avi, aqui
Qualidade do Vídeo: DVD-Rip
Vídeo Codec: XviD
Resolução: 608 x 336



Download (AVI/900MB):
TurboBit - AQUI

Download (Rmvb/251MB):
Uploaded.to - AQUI

Download Torrent (AVI/700MB):
Uploaded.to - AQUI
DepositFiles - AQUI



Obs: o arquivo torrent baixado está compactado, após o download descompacte com o Winrar e abra ele normalmente, ai ele abrirá o arquivo torrent automaticamente, a legenda também está junto. 

Para você que ainda não sabe como baixar em torrent, leia está matéria aqui do blog.



Trailer
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=0yFM32FwrDk

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Como colocar widget tradutor no seu blog

Como colocar widget tradutor no seu blog,  widget tradutor, como colocar widget tradutor, translate,blog, funcionalidades para blog
Este widget é bastante útil principalmente se o conteúdo de seu blog ou site é de interesse internacional (Qualquer pessoa no mundo pode se interessar).

Este widget funciona com a utilização do Google Translate com o qual será possível que seu visitante apenas ao clicar em uma bandeira referente ha língua modificar o idioma do site, sem complicações!
Agora vamos ao código.

Como o trabalho fica todo por conta do google, nosso único trabalho será adicionar o código html.

Vá em DESIGN e clique em adicionar um gadget, escolha a opção HTML/JavaScript e cole o seguinte código a seguir dentro:








 target="_blank" rel="nofollow"
 onclick="window.open('http://www.google.com/translate?u='+encodeURIComponent(location.href)+'&langpair=pt%7Czh-CN&hl=pt&ie=UTF8'); return false;"
 title="Google-Translate-Chinese (Simplified) BETA">
 style="border: 0px solid ; cursor: pointer; width: 32px; height: 32px;"
 alt="Google-Translate-Chinese"
 src="http://lh5.ggpht.com/_mcq01yDJ2uY/Sdke4C8za2I/AAAAAAAAAkU/Mpfn_ntCweU/China.png"
 title="Google-Translate-Chinese">

 target="_blank" rel="nofollow"
 onclick="window.open('http://www.google.com/translate?u='+encodeURIComponent(location.href)+'&langpair=pt%7Cfr&hl=pt&ie=UTF8'); return false;"
 title="Google-Translate-Portuguese to French ">
 style="border: 0px solid ; cursor: pointer; width: 32px; height: 32px;"
 alt="Google-Translate-Portuguese to French"
 src="http://lh4.ggpht.com/_mcq01yDJ2uY/SdkfGSkRgfI/AAAAAAAAAkc/X4E87SASLtA/France.png"
 title="Google-Translate-Portuguese to French">

 target="_blank" rel="nofollow"
 onclick="window.open('http://www.google.com/translate?u='+encodeURIComponent(location.href)+'&langpair=pt%7Cde&hl=pt&ie=UTF8'); return false;"
 title="Google-Translate-Portuguese to German">
 style="border: 0px solid ; cursor: pointer; width: 32px; height: 32px;"
 alt="Google-Translate-Portuguese to German"
 src="http://lh3.ggpht.com/_mcq01yDJ2uY/Sdke3rFjMUI/AAAAAAAAAkE/o0kR0MfngXA/Germany.png"
 title="Google-Translate-Portuguese to German">

 target="_blank" rel="nofollow"
 onclick="window.open('http://www.google.com/translate?u='+encodeURIComponent(location.href)+'&langpair=pt%7Cit&hl=pt&ie=UTF8'); return false;"
 title="Google-Translate-Portuguese to Italian">
 alt="Google-Translate-Portuguese to Italian"
 style="border: 0px solid ; cursor: pointer; width: 32px; height: 32px;"
 src="http://lh3.ggpht.com/_mcq01yDJ2uY/Sdke2xCmrPI/AAAAAAAAAj0/Jv14yyDo1i4/Italy.png"
 title="Google-Translate-Portuguese to Italian">

 target="_blank" rel="nofollow"
 onclick="window.open('http://www.google.com/translate?u='+encodeURIComponent(location.href)+'&langpair=pt%7Cja&hl=pt&ie=UTF8'); return false;"
 title="Google-Translate-Portuguese to Japanese BETA">
 style="border: 0px solid ; cursor: pointer; width: 32px; height: 32px;"
 alt="Google-Translate-Portuguese to Japanese"
 src="http://lh5.ggpht.com/_mcq01yDJ2uY/Sdke3f2KbNI/AAAAAAAAAj8/xyGLFdUZbVY/Japan.png"
 title="Google-Translate-Portuguese to Japanese">

 target="_blank" rel="nofollow"
 onclick="window.open('http://www.google.com/translate?u='+encodeURIComponent(location.href)+'&langpair=pt%7Cen&en=pt&en=UTF8'); return false;"
 title="Google-Translate-Portuguese to English ">
 style="border: 0px solid ; cursor: pointer; width: 32px; height: 32px;"
 alt="Google-Translate-Portuguese to English"
 src="http://lh4.ggpht.com/_mcq01yDJ2uY/SdkhG4bjxqI/AAAAAAAAAks/Ws6AzZdnZTw/United%20States%20of%20America%20%28USA%29.png"
 title="Google-Translate-Portuguese to English">

 target="_blank" rel="nofollow"
 onclick="window.open('http://www.google.com/translate?u='+encodeURIComponent(location.href)+'&langpair=pt%7Cru&hl=pt&ie=UTF8'); return false;"
 title="Google-Translate-Portuguese to Russian BETA ">
 style="border: 0px solid ; cursor: pointer; width: 32px; height: 32px;"
 alt="Google-Translate-Portuguese to Russian"
 src="http://lh5.ggpht.com/_mcq01yDJ2uY/SdkfGVESWsI/AAAAAAAAAkk/-ruu99vFElQ/Russian%20Federation.png"
 title="Google-Translate-Portuguese to Russian">

 target="_blank" rel="nofollow"
 onclick="window.open('http://www.google.com/translate?u='+encodeURIComponent(location.href)+'&langpair=pt%7Ces&hl=pt&ie=UTF8'); return false;"
 title="Google-Translate-Portuguese to Spanish ">
 style="border: 0px solid ; cursor: pointer; width: 32px; height: 32px;"
 alt="Google-Translate-Portuguese to Spanish"
 src="http://lh3.ggpht.com/_mcq01yDJ2uY/Sdke312ethI/AAAAAAAAAkM/KeACgltRc38/Spain.png"
 title="Google-Translate-Portuguese to Spanish">






Seu blog ficará disponível em chinês, francês, alemão, italiano, japonês, inglês, russo e espanhol! as principais línguas do mundo.
O resultado será este:

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Fonte: Kassio Romulo

sábado, 20 de outubro de 2012

E se... não sonhássemos?

E se... não sonhássemos, sonho, mamíferos, atividade mental noturna, capacidade intelectual, cérebro, confusão mental


Caso o homem não tivesse a capacidade de sonhar, você não estaria lendo esta matéria, pois provavelmente ainda estaríamos na Pré-História – na melhor das hipóteses. O sonho, que surgiu há mais ou menos 140 milhões de anos, quando os mamíferos se desenvolveram a partir dos répteis, é importantíssimo no processo de aprendizado.
Segundo as suspeitas de alguns cientistas, a atividade mental noturna é também crucial para a preservação da espécie. “Sem sonhar, nossa capacidade intelectual ficaria comprometida”, afirma o neurocientista brasileiro Sidarta Ribeiro, da Universidade Duke, nos EUA. E o ser humano, esse animal tão frágil diante das ameaças da natureza, não poderia tirar tanto proveito de sua arma mais poderosa – o cérebro. O cenário não seria animador: a ciência evoluiria muito lentamente, viveríamos com medo de tudo e seríamos dominados por outros bichos sonhadores.
Isso tudo aconteceria se a nossa espécie como um todo não pudesse sonhar. Mas o fato é que algumas pessoas realmente não sonham. Elas sofrem de uma doença raríssima, a síndrome de Charcot-Wilbrand, que geralmente surge após um acidente vascular cerebral e costuma vir acompanhada de problemas visuais. Além disso, alguns medicamentos, como os antidepressivos, podem reduzir, principalmente no início do tratamento, a duração da fase REM, que é o estágio do sono no qual ocorrem quase todos os sonhos. No primeiro caso, os resultados podem ser devastadores: amnésia, agressividade e ansiedade são alguns sintomas prováveis. No segundo, os próprios remédios ajudam a controlar os sintomas da falta de sonhos.

Saiba Mais:

Um mundo sem sentido

A confusão mental é a conseqüência mais branda que teríamos de encarar no caos de uma vida sem sonhos 


Nobel sem dono 

Nós perderíamos a capacidade de resolver problemas . Algumas pesquisas recentes relacionam o sonho aos insights, que são aquelas sacadas geniais que mudam o mundo, como a invenção da roda. O químico alemão Kekulé, apontado como um dos descobridores do benzeno – molécula em forma de anel com 6 átomos de carbono – disse que a descoberta surgiu de um sonho em que viu uma serpente mordendo o próprio rabo.


Você tem medo do quê?

O psicólogo Antti Revonsuo, da Universidade de Turku, na Finlândia, afirma que o sonho serve para simular ameaças reais. Um homem das cavernas, ao sonhar com um predador, teria mais chances de se defender do bicho. Sem sonhos, ficaríamos vulneráveis e teríamos medo de tudo, sem discernimento – tanto faz se a ameaça é um mamute ou uma formiga.


Animais no poder

O homem se firmou como espécie dominante graças às suas habilidades intelectuais. Sem o sonho, o aprendizado ficaria comprometido. Não aprenderíamos a escrever, não teríamos capacidade para desenvolver a agricultura, para inventar o dinheiro, para fabricar armas atômicas... seríamos, enfim, uma espécie sem grandes talentos. E algum outro bicho que sonha – mamíferos e aves – poderia ocupar o nosso trono na natureza.

Mortos pela própria burrice

Na contramão da teoria defendida pelo finlandês Antti, há a tese de que perderíamos o medo. A razão, de novo, é a falta de discernimento. Devido ao fato de não sonhar, não conseguiríamos avaliar direito os perigos envolvidos em nossas decisões. Assim, faríamos coisas muito idiotas que poriam nossa vida em risco o tempo todo – como pular da janela de um prédio atrás de uma nota levada pelo vento.


Assassinos por natureza

Seríamos mais ansiosos, violentos e surtados. Isso porque o sonho serve para solucionar parte dos problemas que não resolvemos no dia-a-dia, como o tiro que temos vontade de dar no cara que faz bobagem no trânsito. Sem essa válvula de escape, ficaríamos inclinados a resolver todos os nossos conflitos e desavenças durante o dia. E as pessoas se matariam – ainda mais – umas às outras.


Confusão mental

Sonhos transformam memórias de curto prazo – o conteúdo de uma aula, por exemplo – em memórias de longo prazo, que podem ser recuperadas no futuro. Sem sonhar, seríamos incapazes de organizar as informações que entram na nossa cabeça. Viveríamos o tempo todo em um estado de sobrecarga mental, sem assimilar nada, como se estivéssemos o tempo todo numa rua de Salvador, no Carnaval, ouvindo 10 trios elétricos ao mesmo tempo.





sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Por que temos a sensação de "dejà vu"?

Por que temos a sensação de "dejà vu", sensação, dejà vu, vivendo uma coisa que já aconteceu, estruturas cerebrais, hipocampo, sensação de dejà vu, cérebro, memória


Sabe aquela sensação de estar vivendo uma coisa que já aconteceu? E aí nós ficamos na dúvida se sonhamos aquilo ou se voltamos no tempo (vai que, né?) ou se é a nossa vida que repete muito, mesmo. Qualquer que seja a nossa teoria, esse fenômeno, chamado de “déjà vu”, desperta a curiosidade de muitos cientistas por aí – e nenhum deles conseguiu, ainda, entender realmente do que se trata.
Quer dizer, até agora. Um estudo do Central European Institute of Technology (CEITEC MU) e da Faculdade de Medicina da Universidade de Masaryk, na República Tcheca, trouxe alguma luz sobre o mistério.
Os pesquisadores descobriram que certas estruturas cerebrais específicas têm um impacto direto sobre isso. Exames feitos com ressonância magnética com 113 voluntários mostraram que o hipocampo, estrutura localizada nos lobos temporais do cérebro onde as memórias se originam, eram consideravelmente menores em pessoas que vivem tendo essa sensação, em comparação com quem nunca teve uma experiência assim. E tem mais: quanto mais frequentes os déjà vus, menores eram essas áreas.
“Quando estimulamos o hipocampo de pacientes neurológicos, conseguimos induzir neles a sensação de déjà vu. Ao encontrar as diferenças estruturais no hipocampo em pessoas saudáveis ​​que têm ou não tal experiência, mostramos que ela está diretamente ligada à função destas estruturas cerebrais”, afirmou o autor principal do estudo, Milan Brázdil, do CEITEC.
Para ele, o déjà vu é provavelmente causado por uma superexcitação de células nervosas em hipocampos mais sensíveis. Isso causaria um pequeno “erro no sistema”: as lembranças falsas.“Tal sensibilidade maior pode ser consequência de alterações nessas regiões do cérebro que podem ter ocorrido durante o desenvolvimento do sistema neural”, explica Brázdil.  O hipocampo é excepcionalmente vulnerável a várias influências do ambiente externo, como as patológicas (como inflamações) ou fisiológicas (como o stress ou privação do sono), principalmente na primeira infância.
Apesar de parecer misterioso, o déjà vu é uma experiência comum: segundo os pesquisadores, entre 60% e 80% dos indivíduos normais já passou por isso.


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